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Era uma vez uma mulher que tentou matar o bebê da vizinha - Histórias e contos de fadas assustadores

Sou uma eterna caçadora de livros russos. Quando soube que a editora Companhia das Letras lançou janeiro de 2018 esse livros de contos assustadores de uma autora russa, quis logo ler. Nunca tinha ouvido falar dessa escritora, Liudmila Petruchévskaia, uma senhorinha de 79 anos que até a abertura da antiga União Soviética era censurada e não tinha seus escritos publicados. O título, Era uma vez uma mulher que tentou matar o bebê da vizinha - Histórias e contos de fadas assustadores,  me instigou imensamente. E mesmo sendo um livro de contos, não é meu gênero favorito, foi uma experiência maravilhosa!!


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Vamos aos contos, como a autora logo no ínicio do livro coloca que essa obra é dedicado ao amor, às várias ocorrências do amor! Começando pelo quase infantil desesperado e eterno, e terminando com o amor sensato e sábio, aquele que perdoa e salva. O conto que dá origem ao título, A vingança, narra o ódio (inveja) de uma vizinha de quarto tinha de uma mãe solteira quando essa teve um bebê. Aqui vimos o quanto o povo soviético sofreu com a socialização das moradias, onde várias famílias moravam em um único apartamento. 

Os contos em geral do livro são ambientados nessa antiga União Soviética onde o povo sofria com a eterna falta de alimentos, a eterna dificuldade financeira, o medo da iminência do chamamento às guerras. Me fez lembrar de um outro livro soviético de contos/crônicas que amo: Os anti-soviéticos da União Soviética do autor Vladimir Voinovich, também um livro fascinante, com uma pitada mais urbana e irônico. Esse já li duas vezes!!!


Os contos são mesmo assustadores??? Alguns descrevem as maldades humanas presentes em todo homem que tenha vivido na Rússia ou em qualquer lugar do mundo. A autora só fez colocar no papel de maneira seca e direta esses sentimentos de raiva, ódio, inveja, decepção, medo... Muitos desses contos trazem uma lição de moral contido nele. São histórias rápidas de ler e de fácil entendimento. Nem sempre são fantasmagóricos e assustadores, são de uma realidade cruel e muito difícil que o povo russo passou. Sim, tem alguns com pitadas de sobrenaturais, de contos de fadas também.


Eu amei esse livro, pois são histórias de pessoas, histórias de amor. Nesse link do Estadão que tem uma entrevista da autora Liudimila Petruchévskaia onde dá para conhecer um pouco mais dessa autora fofa e de como ela escreveu os contos do livro. Leiam o livro, vocês irão amar! 

Beijos assustadores
Adriana Balreira

100 anos da Revolução Russa e meus livros

Dia 10 de outubro foi comemorado os 100 anos da Revolução Russa! Em 1917 os bolcheviques tomaram o poder com o Lenin no comando e assim nascia a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas ou simplesmente União Soviética, ou URSS!! Não estou aqui para dar uma aula de história, longe disso! Vim aqui para mostrar algumas dos meus livros sobre os Camaradas Lenin e Stalin, URSS!


Sim, esses são somente alguns russos na minha estante. Não coloquei aqui os três livros da Svetlana Alexijevich e os grandes autores Fiodor Dostoievski e Leon Tolstói, aqui só os que remetem a Revolução Russa e sua história.


São livros comprados há muito tempo, nem lembro mais dos conteúdos deles. São da época que saia comprando tudo relacionado a URSS! rsrs... Aquela doida, aficcionada em um só tema!


Os Camaradas Lenin e Stalin não podiam faltar na minha coleção de russos! Nem mesmo o último presidente da URSS Mikhail Gorbachev escapou da minha coleção. Gorbachev com a introdução das políticas Perestroika (reestruturação) e Glasnost (transparência) em uma tentativa de acabar com o período de estagnação econômica e de democratizar o governo, com isso surgiu diversos movimentos separatistas. E em 25 de dezembro de 1991, Gorbachev renunciou e assim surgiu a dissolução da URSS.  


Tem um autor, Vladimir Voinovich que adoro e escreveu sobre a antiga União Soviética. O livro dele, Os anti-soviéticos da União Soviética, lembro que paguei 5 reais nele em uma promoção. Amo demais esse livro, são crônicas sobre o povo soviéticos e seu dia a dia. Super interessante. Depois comprei o Propaganda Monumental já escrito após a queda da URSS, onde foi derrubado todas as estatuas do Camarada Stalin e uma cidadezinha do interior não concordava com essa derrubada. Super irônico o livro.


E enfim minhas biografias do Camarada Stalin, o grande vilão da humanidade. Homem cruel, subiu ao poder após a morte do Camarada Lenin e ficou até a sua morte comandando o império soviético com mãos de ferro! Não perdoava mesmo! Muito cruel. 


Não pensem que sou doida, sou só um pouquinho!!! Gosto muito do tema da Revolução Russa e toda sua trajetória. Seus lideres, seu isolamento, tudo isso me despertou curiosidade de como funcionava esse Estado, seu povo. Além do meu encantamento com a Literatura Russa! Outro post mostro os outros livros russos da minha estante!

Beijos Camarada
Adriana Balreira

Kurt Seyit & Şura #Série

Estou ainda convalescendo em casa, deitada, descansando, esperando ficar logo boa da cirurgia da retirada da vesícula. Então estou aproveitando colocando as leituras em dia e assistindo Netflix. E foi no Netflix que uma capa de uma série turca me chamou atenção: Kurt Seyit & Şura. Fui ver do que se tratava e fiquei encantada com a sinopse, uma série passada na Rússia de 1916 sobre um romance proibido de um rapaz russo de origem turca com uma nobre russa. Vocês me conhecem, sou apaixonada pela Rússia, comecei a assistir!


Kurt Seyit é primeiro tenente do exército russo que está no front da primeira guerra mundial lutando. Şura é a filha mais nova de uma família abastada que mora no interior da Rússia. O pai dela com problemas de saúde vai se tratar em Petrogrado (antiga San Petersburgo) e leva suas filhas Şura e Valentina. As filhas ficam hospedadas na casa do sócio do pai, os Boronski, cujo filho Petro é o melhor amigo do Seyit. Um baile acontece na casa de Petro, e Seyit e Şura se conhecem se apaixonando perdidamente... Muitos contratempos e armações fazem com que esse amor tão intenso não aconteça...


Previsto já essa separação do casal. Só a primeira temporada que é disponibilizada no Netflix tem 46 episódios! Então já imaginem o quanto os nossos protagonistas sofrem!! O que mais amei nessa série/novela turca é o cenário. Retrata a Rússia com toda a sua pompa dos nobres, mostrando a cidade de Petrogrado com seus palácios e arquiteturas riquíssimas. E as roupas??? Lindas, super delicadas. E os atores são lindíssimos. Também amando a trilha sonora, que cantigas lindas!! 


Uma série bem ♥ água com açúcar  mesmo. Pelo que li essa série é baseada em dois livros com o mesmo título: Kurt Seyit & Şura, não conhecia esses livros. Estou no sexto episódio, faltam somente 40 para acabar...rsrs...Estou amando, pois já está no ano de 1917 e o povo russo já está se rebelando, o Czar já renunciou e daqui a pouco vem a Revolução Russa! Nesse centenário da Revolução Bolchevique nada melhor que assistir uma série que se passa na antiga Rússia! Se você gosta de romances melosos, difíceis, com cenário lindo e riquíssimo vai amar essa série/novela.  

Beijos bem doce!!!
Adriana Balreira

A guerra não tem rosto de mulher - Resenha

Li recentemente o livro Vozes de Tchernóbil da jornalista e escritora Svetlana Aleksiévitch que ganhou o prêmio nobel de literatura do ano passado,amei! E quando a Companhia das Letras lançou o segundo livro dela A guerra não tem rosto de mulher logo quis ler.

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Relatos das mulheres russas que participaram da Segunda Guerra Mundial. Muitas delas com participação no front de batalha. São histórias de combatentes que virão de perto a morte. Os livros de guerra em geral são contadas sob o ponto de vista masculina, dos soldados, suas estratégias, manobras militares. 


Nesse livro não, são fatos narrados por mulheres que testemunharam in loco o terror do conflito. Seus sentimentos que foram abafados nos tempos de guerra, sua feminilidade que foi trocada pelo terror de tentar sair viva da grande guerra. Vaidades postas de lado, paixões deixadas para trás... 



São relatos fortes, muitas vezes tristes, com muito sangue, fome, desesperos. Outros relatos são de mulheres cheias de esperança e amor. Essas mulheres entrevistadas pela Svetlana calaram-se por muitos anos, depois que acabou a Guerra tentaram voltar a vida de esposa, mãe, filha e só desabafaram depois de muito tempo. Um livro para descobrirmos o outro lado da guerra. A jornalista Svetlana conseguiu extrair dessas mulheres histórias profundas, leves, divertidas, fortes, mostraram a alma.


Svetlana esteve na FLIP - Feira Literária de Parati e falou sobre os dois livros dela lançados pela Companhia das Letras (video aqui). E esteve também no SESC em São Paulo onde Svetlana falou com os leitores, vale a pena assistir os vídeos.


Sempre bom termos conhecimento da história mundial recente. Principalmente sob um novo olhar, das mulheres, sempre fortes e determinadas. 

Beijos literários
Adriana Balreira

Vozes de Tchernóbil - Resenha

Desde a premiação do Nobel de Literatura de 2015 para Svetlana Aleksiévitch, quero muito ler o livro Vozes de Tchernóbil. Amei saber que o Grupo Companhia das Letras é o responsável pelas edições lançadas aqui no Brasil. E no dia 26 de abril, quando o maior acidente radiotivo fez 30 anos, foi lançado o livro Vozes de Tchernóbil.

Quando o livro foi lançado pela Companhia das Letras fiquei intrigada pelo título: Vozes de Tchernóbil! Sempre pensei que o correto seria Chernobyl ou Chernóbil. Então fui pesquisar e encontrei um site que explica qual grafia seria a correta: Tchernóbil. 


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A jornalista Svetlana nesse livro traz relatos dos sobreviventes, populares habitantes da região afetada pelo desastre. A cidade de Pripyat fica na Ucrânia, onde está localizada a usina nuclear de Tchernóbil. Mas a maior área afetada, onde o vento levou a radiação, fica na Bielorrúsia, país de origem da vencedora do Nobel. Os relatos do livro são chocantes, são de vários tipos de pessoas: físicos, gente comum, pessoas que combateram o incêndio, mulheres, idosos, crianças, homens que viveram de perto o terror. São depoimentos fortes, mostram a verdadeira história do povo que lá viveram e ainda vivem na região. 

Mostra a força do povo soviético que enfrentam tudo sem medo. Apresenta o quanto esconderam da quantidade de radição que o acidente de Tchernóbil jogou na atmosfera, na terra, nas águas. Na época do acidente ainda reinava a União Soviética, fechada, reclusa, onde tudo era feito às escondidas, então imaginem o quanto de informações não revelaram para seu povo e para o mundo. Até hoje, após 30 anos, o grau de radição ainda é grande! E o livro traz justamente o sentimento desse povo que tanto foi enganado pelos governantes. Porque o acidente em si, todos já sabem! Mas a vida desse povo que mora nas imediações, do pessoal que combateu o fogo horas depois do grande acidente, dos habitantes das vilas distantes onde o vento levou a grande massa da radição, isso tudo foi mostrado neste livro maravilhoso.

Pripyat

Sim, não vou mentir, o livro é extremamente triste, sofrido. Conta histórias das mortes dos bravos bombeiros. Narra o sofrimento de quem era convocado para se deslocar para a região e fazer a limpeza da terra e nem sabiam o perigo que estavam expostos. A grande quantidade de pessoas que ainda vivem na região por não quererem sair de sua casa, ou vivem lá fugindo da guerra de outros locais. Relatos que muitas vezes me fizeram parar de ler de tão dolorido. Fico imaginando a quantidade de doenças, de horror vividos, da tristeza. 

Sou louca pela história da antiga União Soviética e lembro de quando surgiram as informações desse desastre em 1986. E sempre procurei saber tudo sobre Tchernóbil. Documentários, filmes, programas... Um filme maravilhoso sobre esse acidente é o A Terra Ultrajada, tentem assistir, maravilhoso. É uma temática que me fascina. E esse livro me mostrou um outro ponto de vista nunca observado antes. AMEI ler e indico a todos que leiam. É perfeito, esclarecedor e com uma escrita fantástica. Ficaria aqui horas e horas comentando sobre o livro e não me cansaria. So digo mais uma vez, LEIAM!!

Beijos sem radiação    
Adriana Balreira

A Semana #5 - Fime Leviatã

Última semana de janeiro... E sempre no derradeiro sábado de cada mês, o cinema do Shopping Pátio Dom Luis que fica a dois quarteirões da minha casa, faz promoção no valor do ingresso. E lógico que aproveito esse dia para ir ao cinema. E nesse sábado estava passando na sessão das 14h30min o filme Leviatã, filme russo!


Para quem me conhece, já sabe o meu amor pela Rússia, pelos Camaradas! E esse filme está concorrendo ao Oscar de melhor filme estrangeiro desse ano. Não ia perder por nada. E lá fui eu ao cinema sozinha, pois quem iria querer assistr a um filme russo!! rsrs... Mesmo com um preço camarada, o cinema estava vazio. Eu adorei! Assim não ia ter barulhos indesejáveis...rsrs...


O filme relata a história de Kolia, um mecânico que mora a beira do mar de Barents no interior da Rússia e que está sendo despejado pelo poderoso e corrupto prefeito Vadim. Kolia mora com sua esposa Lilya e seu filho adolescente Roma, numa casa que ele mesmo construiu. E com uma decisão autoritária o prefeito compra suas terras por preço irrisório. Com isso o advogado Dimitri, seu amigo do tempo que serviram juntos no Exército, vem de Moscou tentar reverter a decisão arbitrária. O começo do filme é bem lento com a chegada de Dimitri na cidade, mas depois o ritmo e as tramas começam a agitar e te prender para saber até onde o filme vai. Com vários personagens bem feitos e bem amarrados na história.



E a história de uso do poder pelos politicos corruptos é bem real. Nós brasileiros nos indentificamos perfeitamente. A burocracia, injustiça, bem sabemos como ela também existe pelos lados de cá. E na Rússia retratada pelo filme é bem caracteristico. Os personagens são muito bem retratados, me apaixonei pelo Kolia. O filho dele Roma também é um personagem bem forte. Aliás, todos são muito bem feitos e beberrões! Como bebem vodca! Praticamente o filme inteiro estão com um copo de vodca na mão. A fotografia é formidável! O esqueleto de uma baleia e embarcações a deriva. E a vista linda da casa de Kolia preenche o filme com um cenário bastante rico para o espectador. Amei o filme. Tipo do filme que saímos e ficamos pensando nele e em tudo que aconteceu. Cada palavra, cada decisão...como o homem é manobrado...

Vale muito a pena assistir! Espero que ganhe o Oscar de melhor filme Estrangeiro. O resto da semana foi normal, calma e com pré-carnaval porque quem não gosta de samba bom sujeito não é! E essa postagem faz parte da Blogagem A Semana do blog da Fernanda Reali.

Beijos camaradas
Adriana Balreira

Pagode Russo - BC Musical

Essa semana na Blogagem Musical do blog da Dani Moreno é para colocarmos uma cantiga que tenha um ritmo que seja característico de um país ou lugar...tango, flamenco, valsa, frevo, maracatu,...


E todos sabem da minha paixão por cantigas brasileiras e pela a Rússia. Ah, e também pelo Zeca Baleiro. Então não tinha como não colocar essa música tão brasileira com um pezinho na Rússia, escrita pelo Rei do Baião Luiz Gonzaga! E amo a versão que o Zeca Baleiro canta. E lendo na internet sobre um estudo dessa música, isso mesmo, essa cantiga é sim conteúdo de estudos, e olha um pedacinho:
Pagode russo se configura como uma canção em tom alegre próprio dos festejos nordestinos. Ao anunciar a famosa dança dos cossacos a música acaba por evidenciar o frevo pernambucano, apontando para uma das principais semelhanças entre as duas danças: os saltos malabarísticos ou o “cai não cai”. Aborda, pois, as aproximações culturais entre os diferentes povos. tirado daqui
E a letra do Pagode Russo é essa:

Pagode Russo

Luiz Gonzaga

Ontem eu sonhei que estava em Moscou
Dançando pagode russo na boate Cossacou (bis)
Parecia até um frevo naquele cai e não cai
Parecia até um frevo naquele vai e não vai (bis)
Vem cá cossaco, cossaco dança agora
Na dança do cossaco, não fica cossaco fora

Beijos russos
Adriana Balreira

BC Te Contei - Todo o tempo do mundo

Nessa semana a Blogagem Coletiva do blog da E de Etienne nos pergunta: "o que faríamos, se tivéssemos todo o tempo do mundo"... e o dinheiro necessário. Isso mesmo, pois não basta ter todo o tempo se não tivermos pelo menos algum dinheirinho...rsrs...

Então vamos lá ver o que eu faria:

Ia viajar pelo mundo, conhecer a Rússia de Dostóievski! Ia fazer a viagem Transiberiana e ia parando em todas as cidades ao longo da viagem!

Ia também conhecer os EUA do Pacífico ao Atlântico de carro e conhecendo todas as pequenas cidades das terras do Tio Sam!

Ilustração da Annika Hiltunen

Ia ler muito, ter todos os livros que sempre desejei e tempo para ler todos!

Ia encontrar todas as minhas amigas reais e virtuais, e colocar as fofocas em dia!

Ia fazer trabalhos voluntários visitando e ajudando aos idosos. Ter tempo de conversar e escuta-los!

Bom, são algumas coisas que iria fazer se tivesse todo o tempo do mundo!!! E já que não tenho esse tempo todo, vou encerrando por aqui!!! Desejando imensamente um dia, ter todo esse tempo para realizar tudo isso!

Beijos prolongados
Adriana Balreira

PAP de Matrioskas

Vocês já sabem minha adoração pela a história da Rússia, União Soviética mais especificamente. E as Matrioskas de lá são lindas. E como sempre navegando pela essa imensa blogosfera mundial me deparei em um site que tem umas matrioskas lindas de feltro. Entrem aqui . Nesse blog não dá para tirar as fotos de lá. Bem legal isso. E fui entrando em outras que vou colocar aqui para aquelas arteiras que gostam de fazer coisas novas.

Meninas, não é linda essa matrioska. E ainda tem o PAP maravilhoso, ensinando o passo a passo de como fazer essa linda boneca no blog:  My Sparkle . Amei de paixão essa boneca.

PAP aqui




Também achei lindo esse azulejo, tem PAP aqui nesse blog Three Little Birds . Pelo que vi por lá, dá para fazer com outras figuras. Bem legal para decorar.


Achei mais essas matrioskas que não tem PAP mas com as fotos vocês arteiras de mão cheia conseguiram fazer igual!

Aqui

aqui

aqui

aqui

Foram todas essas lindas Matrioskas que achei na internet. Para mim a primeira é a mais fofa que encontrei.
Beijos
Adriana Balreira

Tradição da Páscoa Russa

Vocês todos já sabem que adoro a Rússia, e lembrei que tenho dois ovos da tradição da Páscoa russa e fui procurar mais sobre a Páscoa Rússia. E eis o que achei na internet e quero partilhar com vocês:

Esses são os dois ovos que tenho russos

A Páscoa é a mais importante festa do calendário da Igreja Ortodoxa Russa – a tradição “pede” troca de ovos de galinha decorados (como símbolo de esperança e vida renovada) e três beijos na comemoração. Essa história de ovos decorados é bem antiga, data do século X. De início, a Páscoa russa era celebrada com cerimônias que vinham dos tempos pagãos, adaptadas ao Cristianismo. Como a Páscoa no Ocidente coincide com a chegada da Primavera, estação que significa florescimento, renovação, ovos cozidos eram pintados em diferentes cores desde tempos imemoriais e, com o passar do tempo, surgiram os tradicionais ovos de madeira pintados, até hoje uma tradição na Páscoa russa.

Para mim, esse é o mais bonito ovo de Fabergé. Se quiserem me dar um já sabem qual escolher


O primeiro ovo de Páscoa, solicitado pelo czar Alexandre III ao joalheiro Peter Carl Fabergé, foi feito em 1885. O sucesso do presente dado à czarina Maria Feodorovna foi tão grande que por ordem do czar, o joalheiro passou a criar, todos os anos por ocasião da Páscoa, um ovo diferente, todos maravilhosamente decorados em ouro, prata, diversas gemas (rubis, diamantes, esmeraldas, safiras, ônix, jade, topázio, alexandrita), laca e esmaltes, para a czarina e também para a mãe do czar, a imperatriz viúva Alexandra Feodorovna.

Esse foi o primeiro ovo Farbegé dado ao Czar

Ao todo, 56 obras - primas foram produzidas entre 1885 e 1917. O objeto e a forma de cada ovo de Páscoa imperial eram únicos. Alguns celebravam temas íntimos da família; outros honravam eventos notáveis na vida do Estado Russo e da Família Imperial.

Outro ovo de Páscoa Farbegé

Feliz Páscoa
Adriana Balreira
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